Céu urbano não é céu.
É pó de luz acima de nós
Como grande, denso véu.
É a gabardine do verão
Para os plácidos chuviscos lunares,
Um infra-visível filtro
Para as estrelas e galáxias do alto,
As nebulosas de distantes lugares.
Este poema foi escrito em Armação de Pêra - Algarve, numa manha após uma noite em que persegui esperançosamente galáxias e nebulosas pelo iluminado céu da cidade com o meu telescopio..mas realmente ali não dava =X e a juntar ao ceu daquela cidade, este poema fala sobre todos os céus de todas as cidades poluidas por luz
Quem sou eu para dizer quem sou? Olhando para dentro de mim, nao sei quem vejo, e mesmo que veja alguem, nao o saberei escrever... Portanto cada um que me conhece conhece uma parte de mim, e assim sabe dizer quem sou para essa pessoa =) Sera que existe um "Eu sou" geral, ou um grande "Eu sou para o mundo", fraccionado em pekenos "Eu sou para ti" e "Eu sou para aquele" e "Eu sou para aquela"? Somos a mesma pessoa para toda a gente? Acho que para o mundo, nýs somos o conjunto da pessoa que somos para toda a gente, e para nos proprios, somos alguem que nunca saberemos... Para me conhecer basta que facam parte da minha vida, de alguma forma, e ai, construir-se-a mais um pouco do "Eu sou para o mundo" =)
1 Comments:
Este poema foi escrito em Armação de Pêra - Algarve, numa manha após uma noite em que persegui esperançosamente galáxias e nebulosas pelo iluminado céu da cidade com o meu telescopio..mas realmente ali não dava =X
e a juntar ao ceu daquela cidade, este poema fala sobre todos os céus de todas as cidades poluidas por luz
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